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ENTREVISTA: Julián Viáfara

Diante do paredão



O RB entrevistou o colombiano Julián Viáfara, goleiro e ídolo do Vitória. Depois de abandonar seu país para tentar a sorte no Brasil, ele encontrou refúgio na Bahia e um carinho todo especial da torcida rubro-negra.

Viáfara fala sobre sua conturbada saída da Colômbia, do narcotráfico, da passagem pelo Atlético-PR à adaptação ao Brasil, além de revelar detalhes da convivência com um mito do futebol: René Higuita, ex-goleiro da seleção colombiana.

É verdade que você começou a carreira jogando na linha?


Verdade, comecei a jogar futebol como atacante. Depois, fui deslocado para a zaga. Era um péssimo zagueiro, sempre fazia gol contra. A ida para o gol aconteceu por acidente. No time em que eu jogava, precisavam de um goleiro. Como eu não faria falta na linha, me mandaram para o gol [risos].

Quando chegou da Colômbia, teve que adaptar alguma característica sua para o futebol brasileiro?

O goleiro, no Brasil, é muito exigido durante os jogos. O futebol brasileiro é rápido, dinâmico. Por isso, o goleiro precisa estar atento o tempo todo. A qualidade dos jogadores, bem melhor do que na Colômbia, faz com que eu tenha bastante trabalho em todas as partidas. Mas já me acostumei ao ritmo do jogo aqui.


Como foi sua passagem pelo Atlético-PR?


Acabei saindo do Atlético-PR de uma forma meio confusa, sem ter me firmado por lá. Quando cheguei, em 2007, fiquei quatro meses apenas treinando. Estava esperando regularizarem minha documentação, pois entrei na Justiça contra o América de Cali. Foi um momento bem difícil para mim. Havia ficado quase dois meses sem receber salário e mais de seis sem o fundo de garantia. Eu era o capitão da equipe, mas resolvi me desligar do clube e buscar novos ares. Queria recomeçar a vida no Atlético-PR, porque sabia da estrutura que eles têm.

E sou imensamente grato por ter sido o clube que me acolheu, me deu a chance de jogar num país que tem os melhores jogadores do mundo e me apoiou na luta pelos meus direitos contra o Cali. Mas, apesar de ter ganhado a posição no time titular, e levado o Atlético-PR à Sul-Americana naquele ano, acabei não sendo aproveitado na temporada seguinte.


E no Vitória, imaginava alcançar esse sucesso e essa relação de carinho com a torcida rubro-negra?


Vim para o Brasil em busca de um salto para minha carreira. Mas confesso que, quando saí da Colômbia, não imaginava ser tão reconhecido por aqui. A escola de goleiros do Brasil é muito forte. Grandes referências da posição são brasileiras. Porém, nunca perdi as esperanças. Batalhei muito para chegar onde estou. Sobre a torcida rubro-negra, não tenho o que dizer. Sou muito grato por tudo, principalmente pela acolhida que recebi desde o primeiro dia no Barradão. O apoio deles me motiva sempre.



Muitos rubro-negros dizem que você já é o melhor goleiro que passou pelo Vitória...


Olha, respeito muito quem diz que sou um ídolo, uma referência aqui. Fico lisonjeado. Mas, sinceramente, ainda não me sinto tudo isso que dizem. Preciso de uma grande conquista, como um Campeonato Brasileiro, para poder confirmar esse status de ídolo. Tenho muita coisa para fazer aqui no Vitória. Durante a minha carreira, sempre gostei de criar vínculos com os clubes em que joguei. Foram cinco anos de Independiente Medellín e América de Cali. Um ano e meio de Atlético-PR. Quero poder ficar muito mais tempo no Vitória para conquistar títulos de expressão, levar o time a Libertadores. Fazer com que o clube tenha fama muito além da Bahia.


Sua família se adaptou bem ao Brasil?


Foi difícil, mas se adaptou, sim. Gostamos bastante do Brasil, mas não foi fácil acostumar com o frio que fazia no Sul. Tenho uma filha, a Lua, que nasceu em Curitiba. Lá, ela sofria com problemas respiratórios. Chegou a ficar bem doente uma época. Aqui, em Salvador, as coisas mudaram. Ela está mais esperta. O clima e o povo daqui me lembram muito a Colômbia. Calor, festa, gente alegre, com energia... Nos adaptamos rapidinho à Bahia. Costumo dizer que sou mais um “baiano arretado”.


O clássico Ba-Vi também é arretado, né?


E como... No meu primeiro clássico contra o Bahia, levei um “frango” – como vocês costumam dizer por aqui – e o Vitória perdeu por 2 a 0. A final do Estadual deste ano foi como uma revanche pessoal para mim. Queria me redimir pela falha. Terminamos o primeiro tempo perdendo por 2 a 0. No começo do segundo, defendi uma bola cara a cara com o atacante do Bahia. Se o time tomasse aquele gol, o jogo estaria perdido. A defesa animou a equipe, conseguimos empatar o jogo e saímos com o título. Foi a partida que mais me marcou com a camisa do Vitória.


É o melhor momento da sua carreira?


Aqui no Brasil, sim. Vivo uma ótima fase. Só que já tenho mais de 13 anos de carreira como profissional. Tive bons momentos na Colômbia também, principalmente defendendo o América de Cali, onde fui capitão da equipe por muito tempo e bicampeão nacional. Seria ídolo por lá até hoje não fosse o problema com atrasos de pagamento.



E a seleção colombiana? Tem expectativa de ser convocado?


Acho muito difícil. Na Colômbia, jogador que entra na Justiça para lutar por seus direitos acaba ficando queimado. Os clubes se unem e fecham todas as portas. A confederação colombiana é conivente com isso. Quando acionei o América de Cali na Justiça, sabia que as portas dos clubes e da seleção estariam fechadas para mim. Não sei nem se volto a jogar em meu país algum dia...


Seria por isso que sua fama de “Paredão do Leão”, e a boa fase vivida no Brasil, não teriam chegado aos ouvidos do técnico da seleção colombiana?


Para se ter uma ideia, aqui, no Brasil, todos comentam sobre o momento que estou vivendo e, consequentemente, questionam o porquê de eu não estar na seleção do meu país. Mas, lá na Colômbia, não sai uma notícia sequer sobre meu trabalho. A imprensa não fala de mim. Citam outros jogadores que inclusive atuam no futebol brasileiro, como o Armero, do Palmeiras, mas, em relação a mim, nada. Fiquei marcado por ter brigado pelos meus direitos.

E não me arrependo de nada. Sei que dei um passo à frente, pois quero servir de exemplo para outros jogadores colombianos que também sofrem com salários atrasados em seus clubes. A situação no futebol colombiano é crítica. Os clubes não têm respeitado os direitos dos atletas nem como ser humano nem como trabalhador. Não dá pra aceitar tudo isso quieto, sem fazer nada.


No Independiente Medellín, você jogou ao lado de René Higuita, lendário goleiro colombiano. Herdou alguma coisa do estilo dele?


Tive esse prazer de jogar com o Higuita, no Medellín. Era reserva dele. Ele é um ser humano especial. Um grande amigo e uma referência minha no futebol. Ele nos encantava com suas brincadeiras e aquelas suas jogadas nos treinos, principalmente com a “Defesa do Escorpião”, que quase nos matou do coração no jogo contra a Inglaterra [risos]. Higuita me ensinou a ter coragem e ousadia. Como nossa escola é muito técnica, e exige que o goleiro saiba jogar também com os pés, essas virtudes são fundamentais. Enfim, Higuita é um verdadeiro craque. Aprendi muito com ele.


No Medellín, clube que o revelou, Viáfara treinava ao lado de Higuita

Você também sai do gol de forma arrojada. Já se acostumaram com seu estilo no Vitória?

Demoraram, mas hoje já entendem melhor. Quando faço um drible lá trás ou saio da área com a bola nos pés, não é por brincadeira. É um recurso que tenho para auxiliar o meu time, participar mais ativamente do jogo. Na Colômbia, nos ensinam que o goleiro tem de jogar com os pés, mas, antes de tudo, precisa ser muito responsável.


E a responsabilidade aumenta ao saber da tradição do Vitória em revelar grandes goleiros, como Dida, Fábio Costa e Felipe?


Aumenta bastante, sem dúvidas. A escola de goleiros do Vitória é muito boa. Goleiros de seleção brasileira foram revelados aqui. Isso faz com que eu me esforce cada dia mais para honrar a tradição de grandes goleiros que já defenderam o clube.


Goleiros estrangeiros costumam se dar bem no Brasil, como o argentino Andrada, que inclusive passou pelo Vitória na década de 70. Também pensa em fazer história por aqui?


Sou uma pessoa muito tranquila. Não é do meu feitio traçar planos tão ambiciosos. Mas quero deixar meu nome marcado no futebol brasileiro, sim, como outros goleiros de fora já o fizeram. E, principalmente, representar o meu país. Por onde passo, tento mostrar que a Colômbia tem muito mais a oferecer do que costumam imaginar. É preciso limpar a velha imagem do país do narcotráfico e das Farc.

O nome “Viáfara” tem alguma relação com o cantor brasileiro Biafra?

Não, não... [risos]. É um sobrenome comum lá na Colômbia mesmo, que herdei do meu pai Ramiro. Ele foi um volante dos bons. Defendeu a seleção e hoje treina a categoria sub-17 do país.



- Postado por: Breiller Pires às 17h53
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