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COMO O ESPORTE GIRA EM TORNO DO MUNDO



A verdadeira base do esporte bretão


SEXTA-FEIRA




Assim que boto os pés no Santa Cruz, ouço a gritaria vinda da sala da presidência. Claudinho e Cuíca travam uma ríspida discussão. O presidente, que durante a entrevista dissera desconhecer o caso “Pacote”, esbraveja: “E aí, Cuíca, o Pacote joga ou não joga amanhã?”.


“Você não entende a situação. Ninguém me ajuda aqui [no Santa Cruz]. Quando aparece alguém para colaborar, a gente tem que retribuir de alguma forma” justifica Claudinho, aos berros. Mas Cuíca não cede à pressão. Diz que não escala o “Pacote” contra o Cruzeiro. E acaba demitido ali mesmo, sem rodeios.


Claudinho, sem camisa, sai bufando da sala da presidência, desce as escadas e fala ao celular. Enquanto isso, Cuíca, atônito, tenta entender o que aconteceu.


“Não falei com você que aqui a gente não tem nenhum valor? Me sacrifiquei pelo clube, tirei dinheiro do próprio bolso, fiz de tudo aqui dentro, trabalhei de graça... A troco de quê? Ser mandado embora assim, por ser honesto comigo e com os garotos”, lamentava o agora ex-técnico do Santa.


Além de treinador e funcionário multiuso do clube, Cuíca também ajudava muitos garotos, pagando passagem de ônibus para quem não tinha condições de bancar o transporte até o campo, já que o Santa Cruz se encontra sem recursos até para manter seu próprio estádio.


SÁBADO


Usando de sua influência como cartola, sobretudo na Federação Mineira de Futebol, Claudinho consegue adiar a partida contra o Cruzeiro para terça-feira. É o tempo que ele precisa para pôr ordem na casa e arrumar um novo treinador para o juvenil. Botinha, que comandava o infantil, assume o cargo e aceita as regras do jogo: “Pacote” tem que entrar.


Contra o Cruzeiro, o Santa Cruz acabou perdendo por 2 a 0. “Pacote” foi titular, barrando o atacante Davi Belchior, 17, um dos destaques do time na competição e jovem promessa do Santa. No jogo que poderia ser sua grande chance, a vitrine diante de um clube grande, ele foi pego de surpresa.


“O grupo inteiro ficou frustrado com isso. Todo mundo treina e se dedica junto, pra, na hora do jogo, entrar um jogador que o pai paga para ele jogar. Ele até que não é ruim de bola, mas está meio gordo, pesadinho. Ainda não era a hora dele”, questiona.


Há dois anos, Davi tem um empresário, quem o leva para fazer testes em clubes de São Paulo e Rio de Janeiro, além de custear algumas despesas suas com o futebol. Foi ele quem aconselhou o garoto a não sair do Santa Cruz por causa desse episódio. Davi vai continuar treinando, mesmo na reserva, pois seu empresário lhe prometera que, em breve, o colocaria em um clube do interior de São Paulo. Do Santa Cruz, boas lembranças não vão ficar.


“Às vezes, a gente passa a tarde inteira aqui, treinando sem parar, bate uma fome e não oferecem nem um lanche. A gente sai cedo de casa, tem que pegar ônibus pra ir até o campo, sai correndo de novo do treino para não chegar atrasado à escola, se estressa a semana inteira... No final, o clube não dá nada pela gente. Desse jeito desanima”, desabafa Davi.


LINHA-DURA




De acordo com um procurador do Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais, que preferiu não se identificar, clubes como o Santa Cruz estão na mira de investigações do órgão. Em março deste ano, o MPT lançou o Termo de Ajustamento de Conduta para os clubes de futebol de Belo Horizonte.


As cláusulas do Termo pretendem coibir o trabalho infantil, além de garantir direitos básicos aos jovens atletas das categorias de base. Entre elas está a proibição de menores de 14 anos em treinamentos, testes ou peneiras dos clubes, a garantia de assinatura de um contrato de trabalho aos maiores de 14 anos, como prevê a Lei Pelé, e controle de frequência escolar dos atletas.


Um termo que gerou polêmica entre os clubes grandes da capital, como Atlético-MG e Cruzeiro, que tiveram de extinguir suas categorias sub-14. No entanto, o procurador do MPT afirma que medidas como estas são necessárias para regulamentar as categorias de base não só em clubes grandes, como também em equipes amadoras, tal qual o Santa Cruz.


“O problema é que muitos desses atletas saem de longe, perdem o contato com a família, só para tentar a sorte no futebol em algum clube da capital. Mas aí, reprovados nos testes, acabam indo parar em clubes menores, sem qualquer estrutura para oferecer suporte educacional e psicológico, nem mesmo assegurar qualquer direito trabalhista”, explica o procurador.


“Sem frequentar escola, sem contato com a família, sem ter seus direitos respeitados, o garoto acaba entregue à própria sorte. Clubes de menor porte, que são mais difíceis de fiscalizar, tornam-se ambientes potenciais para abusos, até mesmo sexuais, como casos que já saíram na TV e na mídia. Somente com lei e fiscalização mais rígidas, poderemos coibir essas práticas”, acrescenta.


A escolha do RB por acompanhar a rotina de trabalho de um clube amador reflete justamente a necessidade de mudar o foco da discussão. Muito se falou e se polemizou em torno do Termo, tomando como base os exemplos de Cruzeiro, Atlético, América e Villa Nova, que são clubes estruturados, capazes de oferecer pelo menos escola e moradia aos seus jovens atletas.


No entanto, há outros milhares de clubes espalhados não só por Minas Gerais, como também por todo o país, que são, essencialmente, amadores e não dispõem de tal logística. É o caso do Santa Cruz, retratado nesta série. E olha que é um dos maiores e mais tradicionais clubes amadores de BH...


A realidade das categorias de base no país não se limita a clubes grandes, em evidência. Pelo contrário. O buraco é bem mais embaixo e incorpora toda a libertinagem em que se transformou a revelação de talentos no país do futebol.



- Postado por: Breiller Pires às 23h51
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COMO O ESPORTE GIRA EM TORNO DO MUNDO



Panela a troco de gramado


QUARTA-FEIRA




No treino da tarde, Cuíca tenta motivar os jogadores. Grita, dá bronca, aplaude as jogadas... Mesmo assim, paira um clima estranho no ar. Há um desconforto aparente no grupo.


E a história desse desconforto começa há cerca de um ano e meio, quando o Santa Cruz decidiu gramar o campo de seu estádio, que, até então, era de terra batida. O clube recebeu, através de uma emenda parlamentar, R$ 40 mil para a obra. A Secretaria de Esportes e da Juventude-MG liberou mais uma verba de R$ 18,5 mil.


No entanto, segundo funcionários do clube, a empresa que ganhou a licitação para fazer o serviço não plantou o gramado da maneira correta. A grama morreu, a empresa se mandou e o Santa ficou com o abacaxi nas mãos. Funcionários da Ademg, administradora do Mineirão, foram deslocados para tentar consertar o erro e replantar o gramado.


Ainda assim, o Santa Cruz teve prejuízo, já que, para recuperar o gramado, foram necessários caminhões e caminhões de areia e adubo, além de muita água para irrigação. Alguém teve de bancar essa conta, pois o clube não tem dinheiro sequer para pagar seus funcionários.


O vice-presidente do Santa, então, resolveu ajudar o clube com dinheiro do próprio bolso. Bancou adubo e alguns caminhões de areia. Mas pediu uma contrapartida. É aí que entra o tal “Pacote”, citado por William no primeiro dia de treinos da semana.


Em troca da ajuda, o vice pediu que seu filho, que também joga no clube, fosse escalado de qualquer maneira, como titular. No jargão do futebol, a famosa “panela”.


Cuíca não engoliu a troca de favores. Admitiu que o filho do vice não é ruim de bola, tem qualidade, aliás. No entanto, havia outros jogadores bem melhores do que ele para escalar. No jogo do final de semana, peitou as ordens de cima e deixou o “Pacote” no banco. Mas, de tão pressionado, foi obrigado a colocá-lo no segundo tempo.


“A ordem é colocar o pacote para jogar. Mas não pretendo ceder. Comigo jogam aqueles que estiverem melhor. Sou honesto comigo mesmo e não aceito prejudicar ninguém”, exclamava com firmeza o treinador.

Ouça um trecho da entrevista com o técnico

QUINTA-FEIRA


Chego cedo para tentar falar com o presidente do clube tricolor, Cláudio Henrique Soares, o Claudinho. Sentado na escada que dá acesso à diretoria, vejo Claudinho estacionando seu velho Escort GL, que tem uma flâmula do Santa pendurada no retrovisor.

A camisa vermelha, social, desabotoada até a altura do peito, deixa à mostra um cordão dourado que ele leva no pescoço. Claudinho é evangélico e faz questão de espalhar mensagens de fé pelo estádio. Diz, inclusive, que já conseguiu converter dois ex-jogadores do clube.

De prontidão, ele aceita falar e contar um pouco da história do Santa. Me chama até sua sala e começamos a entrevista. Pergunto sobre a história do “Pacote”, se ele tem conhecimento dela e se é conivente com o caso.


Claudinho afirma que o vice-presidente vem ajudando o clube financeiramente, mas nega que qualquer pessoa da diretoria pressione o técnico a escalar o filho dele.


Há 44 anos no Santa Cruz, 36 deles como mandatário, Claudinho revela que as dificuldades de se administrar uma equipe amadora são parte da rotina. Ele conta que, no final do ano passado, o goleiro Bruno, do Flamengo, sabendo das restrições financeiras do clube, se comoveu. Levou um cheque de R$ 10 mil à mesa do presidente.


Como é raro acontecer, Cuíca não aparece no Santa Cruz naquela manhã de quinta-feira. Ele telefona para o presidente e diz que só deve ir ao clube à tarde, alegando uma indisposição. Acordou passando mal.


O último capítulo desta história? Segue na próxima postagem!

Não leu a primeira parte da reportagem? Clique aqui!



- Postado por: Breiller Pires às 21h52
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