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Marca de tênis
                                                                          Globoesporte.com/Fotomontagem

É fato que a decisão de Wimbledon, entre Roger Federer e Rafael Nadal, ficou para a história do tênis como uma das melhores partidas da história. Das que eu vi, a melhor, sem dúvida.

As repercussões do primeiro título de Nadal no All England Club, na mídia e nos bate-papos, trazem à tona basicamente a possibilidade de o espanhol destronar Federer do posto de número 1 do mundo logo, logo.

No entanto, um ponto que merece destaque ainda não foi colocado em pauta. Já parou pra imaginar o quanto a Nike lucrou com essa final entre os dois melhores tenistas da atualidade?

Não? Nem eu. Mas, vagamente, imagino que seja algo que não se limite apenas ao faturamento com vendas de produtos num dos torneios de tênis mais charmosos do circuito.

Afinal, a fabricante de material esportivo norte-americana é patrocinadora tanto de Federer quanto de Nadal, e estampou sua marca nas TV’s do mundo inteiro por quase cinco horas de partida.

Imagina, então, a exposição da marca Nike para uma audiência, só na Inglaterra, maior que a de um GP de Fórmula 1 realizado no país, com a vitória de Lewis Hamilton, o filho pródigo...

Pra ficar mais claro, Federer x Nadal rendeu uma média de audiência de 8,6 milhões de telespectadores. Isso só na Terra da Rainha. Já o GP de Silverstone ficou na média de 4,4 milhões.

Ou seja, o tênis faturou quase a metade do bolo. E a Nike, nada boba, ficou com o bolo inteiro. Pois, independente de quem ganhasse Wimbledon, a marca já teria alcançado a exposição desejada.

Mas nem o mais otimista dos dirigentes da empresa poderia esperar uma decisão de tênis memorável, um jogo para história, um verdadeiro duelo de titãs.

Quando a Nike assinou um contrato vitalício com Federer, superior à casa dos R$ 200 milhões, ela sabia bem que o investimento não representava risco algum.

Quando abocanhou ainda o patrocínio do número 2 do mundo, Rafael Nadal, ela também sabia que o máximo que poderia acontecer era isso: uma batalha fantástica entre os dois, em que o resultado jogaria sempre a seu favor.

No próximo post, faço mais uma análise das estratégias da Nike para dominar o resto do mundo. O do tênis, cá pra nós, ela já dominou.



- Postado por: Breiller Pires às 16h58
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As máquinas que ficaram para trás
                                                                                                           Reuters

Não! Não se trata de nenhum ensaio filosófico contrapondo antropocentrismo e tecnologia, muito menos de um artigo sobre a prensa tipográfica. O assunto é futebol, esse esporte insensato que coloca homem e máquina frente a frente e não aponta favorito.

O imaginário do futebol sempre fabricou verdadeiras máquinas pelos campos de todo o planeta. Principalmente quando se fala em Copa do Mundo.

A primeira máquina a correr os quatro cantos foi aquela Hungria de 1954. Um timaço. Um mito por trás de um uniforme vermelho comandado pelo lendário Puskas, maior craque húngaro de todos os tempos.

Em 54, a seleção de Puskas chegara à Copa da Suíça sob o rótulo de “máquina de fazer gols”. Ninguém ousava apostar em outro favorito que não fosse a Hungria.

A máquina engrenou, chegou à final, mas falhou a um passo da taça. Guerreira, a Alemanha Ocidental bateu os húngaros por 3 a 2, no episódio que ficou marcado como o Milagre de Berna.

Milagre era só o que poderia parar, mais tarde, nos anos 70, o famoso Carrossel holandês. Cruyff, o astro dessa geração, era genial. Rhinus Michel, o comandante, um estrategista impecável, treinador de primeira. Não havia como barrar a Holanda.

Mas não foi preciso milagre, mandinga nem olho gordo para vencer a temida Laranja Mecânica.

Nas duas finais de Copa que disputou, em 74 e 78, a máquina holandesa foi batida por Alemanha e Argentina, respectivamente. Inacreditável e desconcertante peça do destino.

Quase dez anos depois, apareceria uma nova máquina avassaladora no futebol: a “Dinamáquina”.

A seleção dinamarquesa de 86 não tinha craques como Puskas e Cruyff. Porém, estava sempre engatilhada e, como um rolo compressor, esmagava adversários tradicionais do naipe de Alemanha e Uruguai.

Com um início avassalador na primeira fase, e tropeços de seleções até então favoritas, não havia como duvidar que a Copa do México seria conquistada pelos dinamarqueses.

Mas, outra vez, o destino se encarregaria de mais um desfecho inesperado. Logo nas oitavas-de-final, a Dinamáquina emperrou diante da Espanha, e os escandinavos, pobres sonhadores, ficaram pelo caminho.

E não é somente em Copas do Mundo que máquinas e máquinas são quebradas a todo momento pela instabilidade temperamental do futebol.

Basta olhar para o lado e observar que, quando a bola rola, não há engrenagem ou maquinário suficiente para abalar a força do elemento surpresa.

Quem esperava, por exemplo, que a Holanda pudesse cair diante do futebol russo, frio e sem graça, nessa última Eurocopa? Maldição, deixada pela Laranja Mecânica de Cruyff? Ou o tal futebol pragmático já superou o até então incontestável futebol-arte?

Na verdade, o episódio não deve ter passado de um jogo ruim ou, simplesmente, da ação do mesmo destino traiçoeiro que cruzara o caminho de Hungria, Dinamarca e da própria Holanda num passado distante.

Afinal, quando a bola entra em cena, por mais que se projete um vencedor no papel, o produto final é sempre incerto e duvidoso.

E o futebol, de repente, é capaz de derrubar o império das máquinas aos pés do homem, do guerreiro, do sonhador, do jogador-operário, do inconfundível perna-de-pau.



- Postado por: Breiller Pires às 17h25
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