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O Big Brother da bola
                                                                                                  
Fotomontagem

O primeiro a deixar “a casa mais vigiada do país” foi Barbosa. Moreno, alto, era o pegador da casa.

Mas foi só falhar um dia para o público não perdoar. Não teve imunidade e foi emparedado, sem dó.

Injustamente, Barbosa acabou esquecido. Morreu longe da fama.

Mais tarde, sairia Garrincha. Conseguira grandiosas conquistas dentro da casa, dentre elas o colar vitalício de anjo. Anjo das pernas tortas.

Jogador habilidoso que, no entanto, não soube driblar o vício. Bebia demais nas festinhas de sábado à noite. Era um fanfarrão.

Até mesmo seus brothers começaram a perder a paciência. E Garrincha saiu da casa sem um tostão no bolso.

Leal aos amigos, Garrincha imunizou Pelé. E este o fez por merecer. A coroa do líder encontrou um verdadeiro rei. Seu reinado dura até hoje, apesar de um forasteiro ter ameaçado sua liderança por muito tempo.

Era Maradona, vindo diretamente do “Gran Hermano”, o BBB argentino. Esse daí fazia rebuliço. Jogador cheio de artimanhas, que botava sempre o dedo – ou a mão – onde não era chamado.

Durante sua estadia na casa, deu show, criou polêmica e ficou marcado. Foi descoberto com substâncias proibidas pela produção do programa. Sumariamente eliminado, nem passou pelo paredão.

No confessionário, antes de sair, Don Diego assumiu o erro, mas, destilando veneno, sentenciou: yo soy mucho mejor que Pelé!

Ainda restam dois participantes. Um deles é Romário, baixinho que não é lá muito adepto das provas de resistência e das tarefas diárias. Porém, quando precisam dele, o brother carioca nunca falha.

Um milhão ele já ganhou faz tempo. Muitos dizem que ele já devia ter deixado a casa. Perseverante, o baixinho só se deu por satisfeito quando completou sua milésima estaleca.

O outro brother, na verdade, é uma sister: Marta, a única mulher da casa. Com discurso forte, ela promete revolucionar a história do programa. Diz não ver a hora das mulheres mostrarem seu valor e dominarem o BBB.

No Big Brother da bola, não há edição que manipule os fatos, nem vontade popular que prevaleça. Sorte e azar são fatores decisivos.

Enquanto esse jogo não tem um vencedor – ou um novo rei – ninguém resiste àquela espiadinha básica.



- Postado por: Breiller Pires às 20h55
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Admirável mundo do futebol
                                                                                                         Rola Blog

Nós, de branco, eles, de azul.

Cidadezinha no interior de Minas Gerais, pacata e mineiramente hospitaleira, Tocantins é o berço do futebol. Pelo menos para mim, que comecei a me aventurar por esses caminhos da bola no chão batido do terreiro da casa de meu avô.

Numa dessas viagens para lá, há pouco tempo, boa parte da família estava reunida. Só de tocantinenses ausentes, como meu pai, que saiu da terra querida para ganhar a vida na capital já faz 30 anos, havia mais de uma dúzia.

Nós, os “de fora”, fomos, então, desafiados pelos provincianos, dentre os quais estavam tios e primos, a jogar uma partidinha de confraternização. Como bons visitantes, não hesitamos. O desafio foi prontamente aceito.

Reunimos a tropa de forasteiros. Formamos um plantel que tinha representantes de pelo menos três cidades. Da capital, Belo Horizonte, passando pela metropolitana Contagem, até chegar à serra fluminense, em Petrópolis.

Se o entrosamento era zero, a média de idade superava a marca dos 35. Só a dupla de frente, junta, sustentava mais de um século de experiência.

Ao entrar em campo, sob os olhos da torcida que lotou o barranco naturalmente improvisado como arquibancada, seríamos presa fácil. Sob minha rápida análise dos dois times, peça por peça, levaríamos uma vergonhosa sacolada.

A constatação começou a tomar forma quando os tocantinenses, já no comecinho, balançaram nossas redes. Tomar gol no início, tudo bem, haveria um tempo para a reação. Pior foi o fato de o tento ter sido marcado pelo pior jogador deles. Desanimador.

Para meu espanto, empatamos logo depois. Gilson, o ponta-direita, conhecido como “cachorro louco” por sua notória velocidade em tempos distantes, foi oportunista. Igualou para os de fora.

Viramos! Maikim, meia habilidoso, o Messi de Petrópolis, recebeu um corta-luz precioso (sim, estávamos jogando por música), e soltou uma bomba. Golaço. E, ainda assim, eu achava que sairíamos escorraçados.

Não falei? Mal comemoramos e eles empataram. Vieram em cima outra vez, e por sorte o primeiro tempo acabou. Os “de fora”, coitados, já estavam mortos, enquanto os tocantinenses pareciam brincar, esperando o momento certo de nos impor a goleada.

Começou a segunda etapa e mais gol. Ahá! Gol nosso. Vaninho: pernas cambotas, barriguinha de chopp, esperto que só ele, meu pai. À beira dos 50, chutou quase do meio, encobriu o goleirão e correu para o abraço.

Nessa hora eu pensei, em claro mineirês: “uai, to vendo que o trem tá bão pro nosso lado. Agora não perco mais esse troço, não.”

Aí, amigo, nossa zaga fechou o registro. Não passava nada. Era safanão e botinada pra tudo quanto é lado, e a bola deles não entrava. Em trajetória certa rumo ao gol, a redonda desviava no biquinho da chuteira de um, na canela de outro e vazava pra outro rumo.

Quando o jogo estava para acabar, e os tocantinenses já admitiam a trágica derrota para os visitantes, nossa torcida vibrava e ensaiava um “olé”. Na minha cabeça, a essa hora, só vinha aquele trechinho do hino palmeirense:

“Defesa que ninguém passa, linha atacante de raça, torcida que canta e vibra...”. Me sentia um herói forasteiro na terra do inimigo, ainda mais quando uma tia, que não foi ao jogo, perguntou sobre o Salaminho, centroavante matador deles.

“Como assim o Salaminho não fez gol? Ele sempre marca!” É, minha tia, dessa vez não teve jeito. Nosso time estava impossível, possuído.

Fato é que essa façanha ficou pra história e as gozações com os tocantinenses vão durar um tempo. Afinal, enquanto não surgir uma geração boa de bola pelo lado dos visitantes, eles não terão direito à revanche.

Brincadeiras, provocações, resenhas e rivalidades à parte, é jogando, perdendo ou ganhando, que se aprende o quanto o futebol nos aproxima, nos comove, nos glorifica, nos bestializa e nos torna, cada vez mais, seres humanos.



- Postado por: Breiller Pires às 21h51
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Libertadores com cesta e chuá
                                                                                                        Olé (ARG)


Destaque do Peñarol na Liga, o ala-armador Manu Locatelli (de branco) "se joga" contra o Miami Tropics

Se você visse, anos atrás, a manchete “Peñarol conquista a América” em algum jornal, logo pensaria: “Ah, aquele time do Uruguai ganhou a Libertadores mais uma vez”.

Mas, agora, o Peñarol que conquistou a América não é aquele clube uruguaio pentacampeão da Libertadores. Nem mesmo tem o futebol como especialidade.

De Mar del Plata, na Argentina, veio esse Peñarol, que não usa chuteiras nem joga na grama, para desbravar o continente e conquistar a primeira Liga das Américas de Basquete.

A Liga terminou neste final de semana. Durou apenas dois meses. 20 clubes, de nove países diferentes, entraram na competição. Três do Brasil: Minas, Flamengo e Universo.

Deles, só a equipe mineira chegou ao quadrangular final disputado no México, que contou ainda com Soles de Mexicali (MEX), Miami Tropics (USA) e o campeão Peñarol.

                                                                                                        Olé (ARG)

Mar del Plata pára: festa e carreata para os conquistadores da América

Porém, se a última coisa sobre basquete que você ouviu falar foi a respeito do pivô brasileiro Nenê, e sequer sabia da existência dessa tal Liga das Américas, não esquenta. Torce pra ter mais ano que vem.

Tanto a divulgação quanto a recepção do evento pelo público deixaram a desejar. Jogo sim, jogo não passava na TV fechada. Na aberta, ninguém deu muita bola pra esse torneio. Os ginásios, inclusive nas finais, não lotaram.

Tudo bem que a Liga das Américas não é nenhuma NBA. Não tem Tim Duncan, mas tem o baixinho Sucatzky. Não tem Miami Heat, mas tem Miami Tropics. Tem enterrada, toco, confusão, polêmica e foi até bem organizada.

Para os fãs de basquete, ou apenas simpatizantes, é um prato cheio. NBA é legal, claro. Tem sua pompa, tem seu charme, tem seus craques. Mas é uma realidade distante.

A festa que a cidade de Mar del Plata fez para os campeões do Peñarol foi digna de título de Copa do Mundo de futebol. Os argentinos compraram a idéia da Liga e abraçaram o time local.

Como o basquete brasileiro anda meio caidinho, não custa nada apostar na Liga das Américas para reascender a paixão do torcedor daqueles bons tempos de Oscar Schmidt e companhia.

Imagina se daqui a uns tempos resolvem fazer, como no Mundial de Clubes da Fifa, um jogo entre o campeão das Américas e o campeão da NBA? Imagina Flamengo x Lakers? Minas x Cleveland?

Pode ser uma lavada, com direito a triple-double para os yankes, mas vai parar o país, assim como em 1999, no inusitadíssimo Vasco x Spurs. Lembrou?



- Postado por: Breiller Pires às 20h24
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