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Quando a casa cai

Arquibancada cai e deixa sete torcedores mortos. Sete de milhares que estavam ali na Fonte Nova para comemorar a subida do Bahia à Segunda Divisão.

Um episódio não previsto na festa tricolor, mas que deveria servir como divisor de águas na história do Bahia e da Fonte Nova.

O clube baiano começa a se reerguer, desde o rebaixamento na Primeira Divisão, em 2003. Já o estádio, construído em 1951, está prestes a ser demolido, melancolicamente, da noite para o dia.

Há problemas, sim, na Fonte Nova, principalmente de estrutura. O custo de manutenção é alto e o governo da Bahia, que administra o estádio, tem tido dificuldades para realizar reformas e manter a casa em ordem.

A queda de parte da arquibancada foi o estopim para o estouro da crise. Agora, governo, dirigentes, administradores e engenheiros fazem o mesmo joguinho. Um empurra a culpa para o outro.

Como manda-chuva oficial, o governador da Bahia, Jaques Wagner, decretou, de forma bem arbitrária, a demolição da Fonte Nova. Afinal, não há coisa pior para políticos do que mortes e tragédia em espaço público. Eles se vêem na obrigação de tomar uma medida rápida e drástica, ainda que ineficaz.

Mesmo que a intenção seja construir uma arena moderna no lugar da Fonte Nova, em parceria com o setor privado, a medida do governador não vai trazer de volta as vidas perdidas no jogo do Bahia.

Por isso, atitude efetiva, neste momento, é pensar em longo prazo e fazer uma minuciosa avaliação do estádio.

Há mesmo a necessidade de demolir a Fonte Nova? É viável financeiramente? Será que alguma empresa vai se interessar no projeto de construção da nova arena? O que o torcedor tem a perder ou a ganhar?

Não dá para tomar uma medida tão definitiva sem antes fazer um projeto, um estudo sistemático para se chegar à melhor conclusão sobre o que fazer com o estádio.

Vai ver uma reforma bem feita, como a que ocorreu no Maracanã este ano, deixe a Fonte Nova em condições de jogo. Ou não. Talvez, o jeito é construir outro estádio mesmo. Entretanto, essas respostas demandam tempo e avaliação criteriosa. Nada acontece de uma hora pra outra.

O Bahia, parceiro de um banco internacional, é quem poderia entrar na jogada. Investir em uma Fonte Nova remodelada ou em algum projeto de arena viria bem a calhar, já que o clube começa a reencontrar o caminho das vitórias.

Ver o estádio de tantas glórias do passado se perder no meio de escombros seria uma grande perda não só para o clube, como também para o torcedor tricolor. No imaginário de cada um, morreria um pouquinho da tradição e da memória do esquadrão.



- Postado por: Breiller Pires às 20h18
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Autocrítica

Psicólogo vive em constante paradoxo.

Indica a seus pacientes, na maioria dos casos, o caminho para a solução de seus problemas particulares, mas, por outro lado, esse mesmo psicólogo, ser humano antes de tudo, tem problemas, dilemas e conflitos pessoais. Num puro contra-senso, ele segue até o fim da vida sem conseguir resolvê-los.

E é nesse ponto que boa parte da imprensa esportiva brasileira pode ser considerada a grande psicóloga que já existiu nesse país. Quando o paciente é a Seleção Brasileira, então, a busca por um lugar à frente do divã é acirradíssima.

Cada jornalista tem uma solução para dar jeito no escrete canarinho. Alguns sugerem a barração do super-astro Ronaldinho. Outros preferem a volta do Ronaldo. Agora, muitos já não abrem mão de Luís Fabiano. Mais um bocado ainda acha que a zaga continua fraca.

Dos prognósticos e diagnósticos mais variados, se extrai, no fim das contas, uma visão que superestima o potencial do paciente em questão: a Seleção Brasileira é a melhor e, por isso, tem de ganhar sempre, independente de qualquer situação.

Não importa se o jogo é na altitude, a pressão da torcida adversária, problemas físicos ou pessoais de cada jogador, a qualidade do adversário e sua coragem para jogar agressivamente contra o Brasil, como fez o Uruguai.

Nada disso tem importância para os psicólogos da bola. Amarelinha em campo, para eles, tem de ser sempre sinônimo de vitórias, muitos gols e espetáculo.

Donos do próprio nariz, jornalistas e cronistas esportivos julgam-se com credibilidade e conhecimento do que se passa num grupo de 22 jogadores suficientes para criticar e apontar soluções. Mas, como o psicólogo tradicional, continuam jogando seus problemas para debaixo do tapete.

Daí, não importa se a análise da partida é superficial, se a pergunta na coletiva de imprensa com o técnico da Seleção é cretina, se os comentaristas se equivocam e não arredam pé do erro, ou mesmo se a pauta para o jornal do dia seguinte é repetitiva e preguiçosa.

Psicólogos e jornalistas convivem com seus próprios problemas, mas tem de se importar com os dos outros. A diferença é que os primeiros o fazem por profissão, enquanto os últimos se vangloriam da atividade por falta de autocrítica.



- Postado por: Breiller Pires às 14h10
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